Calor de SP provoca corrida para tosa de cães em pet shops
Movimento chegou a dobrar em loja na Zona Norte de São Paulo.
Animais de raças peludas, como poodle, são principais clientes.
O tosador Jovásio Lima apara o pelo do lhasa apso Flock (Foto: Claudia Silveira/G1) As altas temperaturas e o tempo seco dos últimos dias em São Paulo têm feito donos de cachorros peludos correrem para as pet shops para dar banho e tosar os seus animais de estimação. É o caso da relações-públicas Claudia Branco, de 45 anos, que levou o lhasa apso Flock, de 6 meses, para sua segunda tosa.
“Ele sente muito calor e fica desanimado. O Flock só quer brincar à noite”, detalha Claudia. O cachorro teve os pêlos aparados na Pet Care, na Zona sul de São Paulo, onde o movimento para este tipo de serviço cresceu entre 30% e 40% nos últimos dias, segundo o veterinário Marcelo Quinzani, diretor da clínica.
O motivo para o aumento na procura, diz Quinzani, é que os animais saem mais para passear nessa época e se sujam mais, além do verão ser uma época de maior infestação de parasitas, como pulgas e carrapatos.
“O serviço está sendo muito procurado. Nós abrimos para atendimento aos domingos e o próximo [8] já está com todos os horários preenchidos”, conta Quinzani.
O movimento no setor de banho e tosa praticamente dobrou no Pet Center Marginal, na Zona Norte de São Paulo. O esteticista animal William Galharde conta que 1 mil animais já foram banhados na loja do dia 1º até esta quinta-feira (5).
“A gente leva normalmente dez dias para essa quantidade”, diz Galhardi, acrescentando que a procura por tosa é maior entre os donos que preferem seus animais com o pelo mais curto.
Banho em casa
Para quem prefere dar banho no cachorro em casa, o veterinário Marcelo Quinzani alerta para um cuidado que é constante nas pet shops: a temperatura da água e do secador não podem estar muito alta para não provocar hipertermia, que é a elevação da temperatura do corpo.
“O banho estressa e o cachorro já pode ter a temperatura elevada por causa disso. Com água quente e secador, ele pode passar mal”, alerta o veterinário.
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1-Lembre-se de que os bichos vivem aqui. Você é um mero convidado: comporte-se como tal.
2-Se você não quer pelos de bicho em suas roupas, fique longe dos móveis. Pensando melhor: fique de pé. Aliás, é melhor marcarmos em outro lugar.
3-Sim, os animais têm hábitos estranhos e até desagradáveis. Você certamente também tem as suas idiossincrasias – mas não deixei de convidá-lo à minha casa por causa delas.
4-CLARO que eles – e, por extensão, a casa – cheiram a bicho (foi por isso que abri as janelas e acendi um incenso!). Mas, pense bem: eles possuem um olfato umas tantas mil vezes mais sensível do que nosso e certamente nos consideram muito mais fedidos.
5-Faz parte da natureza animal tentar cheirar e investigar gente nova – é assim que eles se "apresentam". Por favor, sinta-se à vontade para fazer o mesmo.
6-Em casa que tem bicho, a segurança é mais importante do que o conforto. Bolsas, chaveiros, celulares, copos, pratos de comida, cinzeiros usados e outras traquitanas devem ficar sempre à vista! Objetos até podem ser substituídos; os bichos, não.
7-Se os bichos representassem algum perigo para minhas visitas, eu não os deixaria circularem pela casa enquanto elas estivessem presentes. Não posso, porém, impedi-los de reagir a agressões e sentimentos negativos. Os animais percebem muito bem quem gosta deles – enquanto você os respeitar, eles o respeitarão.
8-Você já tentou beijar alguém e recebeu, em troca, um empurrão? Quando um cachorro tentar lambê-lo, ou um gato esfregar-se em você, fique feliz e considere-se aceito e acarinhado. Os animais não mentem ou fingem.
Aqui, os bichos recebem a devida atenção veterinária, alimentação sadia e cuidados higiênicos. Lembre-se de que a maioria das doenças que podemos contrair no dia-a-dia é transmitida por outros seres humanos!
9-Há diversas situações nas quais os animais são preferíveis a pessoas. Afinal de contas, sempre podemos confiar integralmente em sua fidelidade e sinceridade. Como bem disse Cat Stevens na canção I Love My Dog (1966): "I love my dog as much as I love you, but you may fade, my dog will always come through" ("Eu amo meu cachorro tanto quanto eu amo você, mas você pode me deixar e ele sempre estará comigo"). Se eu for forçada a escolher entre meus bichos e um amigo, o humano perderá de goleada!
10-Para algumas pessoas eles são simples animais "irracionais". Para mim, são seres inteligentes que, casualmente, andam de quatro e podem até não "falar" tão claramente, mas se expressam muito bem. Eu não tenho qualquer dificuldade em entendê-los e, se você não consegue o mesmo, o problema não está neles.
11-Se, depois deste aviso, você ainda se sentir confortável e feliz em minha casa, volte sempre que quiser: quem é bem-vindo pelos meus bichos é bem-vindo também por mim! Até porque eles são mais perceptivos do que eu e infinitamente mais competentes em distinguir os verdadeiros amigos das pessoas de alma e coração pequenos
2-Se você não quer pelos de bicho em suas roupas, fique longe dos móveis. Pensando melhor: fique de pé. Aliás, é melhor marcarmos em outro lugar.
3-Sim, os animais têm hábitos estranhos e até desagradáveis. Você certamente também tem as suas idiossincrasias – mas não deixei de convidá-lo à minha casa por causa delas.
4-CLARO que eles – e, por extensão, a casa – cheiram a bicho (foi por isso que abri as janelas e acendi um incenso!). Mas, pense bem: eles possuem um olfato umas tantas mil vezes mais sensível do que nosso e certamente nos consideram muito mais fedidos.
5-Faz parte da natureza animal tentar cheirar e investigar gente nova – é assim que eles se "apresentam". Por favor, sinta-se à vontade para fazer o mesmo.
6-Em casa que tem bicho, a segurança é mais importante do que o conforto. Bolsas, chaveiros, celulares, copos, pratos de comida, cinzeiros usados e outras traquitanas devem ficar sempre à vista! Objetos até podem ser substituídos; os bichos, não.
7-Se os bichos representassem algum perigo para minhas visitas, eu não os deixaria circularem pela casa enquanto elas estivessem presentes. Não posso, porém, impedi-los de reagir a agressões e sentimentos negativos. Os animais percebem muito bem quem gosta deles – enquanto você os respeitar, eles o respeitarão.
8-Você já tentou beijar alguém e recebeu, em troca, um empurrão? Quando um cachorro tentar lambê-lo, ou um gato esfregar-se em você, fique feliz e considere-se aceito e acarinhado. Os animais não mentem ou fingem.
Aqui, os bichos recebem a devida atenção veterinária, alimentação sadia e cuidados higiênicos. Lembre-se de que a maioria das doenças que podemos contrair no dia-a-dia é transmitida por outros seres humanos!
9-Há diversas situações nas quais os animais são preferíveis a pessoas. Afinal de contas, sempre podemos confiar integralmente em sua fidelidade e sinceridade. Como bem disse Cat Stevens na canção I Love My Dog (1966): "I love my dog as much as I love you, but you may fade, my dog will always come through" ("Eu amo meu cachorro tanto quanto eu amo você, mas você pode me deixar e ele sempre estará comigo"). Se eu for forçada a escolher entre meus bichos e um amigo, o humano perderá de goleada!
10-Para algumas pessoas eles são simples animais "irracionais". Para mim, são seres inteligentes que, casualmente, andam de quatro e podem até não "falar" tão claramente, mas se expressam muito bem. Eu não tenho qualquer dificuldade em entendê-los e, se você não consegue o mesmo, o problema não está neles.
11-Se, depois deste aviso, você ainda se sentir confortável e feliz em minha casa, volte sempre que quiser: quem é bem-vindo pelos meus bichos é bem-vindo também por mim! Até porque eles são mais perceptivos do que eu e infinitamente mais competentes em distinguir os verdadeiros amigos das pessoas de alma e coração pequenos
